Palestrantes
Palestra 1:
– Prof. Fernanda Ostermann (UFRGS)
Título: Do Ensino de Física à Educação em Ciências: gênese de uma área e dilemas atuais.
Resumo: Discutiremos a constituição da área de pesquisa em Educação em Ciências, construindo uma gênese que reconhece sua origem na pesquisa em Ensino de Física e uma trajetória marcada
por diferentes perspectivas sobre ciência, educação e pesquisa. A partir da configuração da Educação em Ciências como objeto de estudo, no final da década de 1950, até o
estabelecimento de um campo interdisciplinar nos dias hoje, debateremos dilemas da área no cenário político contemporâneo.
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Palestra 2:
– Prof. Monica Ribeiro da Silva (UFPR)
Título: Políticas educacionais em tempos de retrocessos: implicações para a escola e universidade públicas
Resumo:
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Palestra 3:
– Prof. Iran Abreu Mendes (UFRN)
Título: Metodologias Ativas no Ensino de Matemática: apontamentos para um debate sobre prática docente investigativa.
Resumo: Nesta palestra apresento algumas anotações e reflexões sobre possíveis modos a serem adotados na prática docente para a incorporação de significados ao ensino e à aprendizagem da Matemática escolar diante da diversidade cultural na qual a escola está situada e constituída. Trata-se de apostar no potencial das sociointerações em sala de aula, subsidiadas por práticas baseadas em abordagens metodológicas que priorizam a ação direta dos estudantes no processo de aprendizagem.
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Palestra Palestra de encerramento:
– Prof. Douglas Verrania (UFSCar)
Título: A Biologia Molecular e seus impactos sociais: implicações para uma educação crítica na era do DNA.
Resumo: De forma sintética, a palestra aborda alguns eventos históricos e atuais que explicitam impactos relevantes do conhecimento científico, com foco em conhecimentos das Ciências Moleculares (sua produção, recepção, interpretação), na vida social, procurando destacar a importância dos mesmos para a formação das identidades na contemporaneidade. Mais especificamente, destaca-se a relevância central do estudo crítico destas temáticas na Educação Básica, num momento em que discussões curriculares (e políticas) se encaminham no sentido de tornar optativo o estudo de Ciências Naturais (Biologia, Química e Física) no Ensino Médio, o que contrasta de forma intensa com os péssimos resultados que nosso país vem obtendo em exames internacionais no campo das Ciências e Matemática e com a grande valorização da Biologia Molecular, por exemplo, nos campos da Saúde e da Tecnologia, veiculada diariamente pela grande mídia.
Palavras-Chave: Educação Científica e Tecnológica; Relações Sociais;
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